Desde o início do século XIX, com as revoluções industriais, o cenário mundial cresce desenfreadamente em inovações tecnológicas. Fato que se agravou enormemente na Guerra Fria, na disputa ideológica entre capitalismo e socialismo. Chegou-se ao século da tecnologia, todavia a maneira explosiva como progrediu-se, tornou esse esperado avanço tecnológico um grande problema enfrentado pela sociedade.
O conhecimento deixou de pertencer a poucos e passa a ser facilmente obtido por todos, a democratização do saber. Como o grande filosofo Platão afirmava, é indispensável ao homem que reconhecça o uso que faz do próprio conhecimento, ou seja, o uso indiscriminado da ciência, do poder que esta tem, torna o que era benéfico em algo destrutivo. Assim, houve avanço quando usa-se da melhor maneira, e um grande retrocesso, quando usada para fins maliciosos.
Apesar de todos os desastres noticiados diariamente, crimes, abusos, há muito para ressaltar de benfeitorias pela ciência, o tratamento de doenças a partir de células-tronco, criação de vacinas, remédios e inúmeros avanços que diminuíram exponencialmente a taxa de mortalidade. É fato que sem a ciência e os seus respectivos feitos, viveria-se em meio a primitividade, à falta de saneamento básico, à baixa expectativa de vida e outros fatores que de certa forma, inibem os retrocessos trazidos por esta mesma tecnologia.
A partir do pressuposto, percebe-se que junto com o avanço desmedido das ciências a fim de uma melhoria na vivência social, em proporções menores também ocasionou retrocessos com o seu mal uso. Fazendo-se necessário que haja controle de cada país de maneira individual sobre o uso da tecnologia na sua nação, e que órgãos façam essa fiscalização a nível mundial, entretanto, sem com isso, cessar ou inibir as pesquisas científicas, e o contínuo avanço da ciência dentro da sociedade.
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